A RBS TV estará inaugurando a TV Digital na região da grande Porto Alegre (que é composta dos municípios de Alvorada, Cachoeirinha, Campo Bom, Canoas, Estância Velha, Esteio, Gravataí, Guaíba, Novo Hamburgo, Porto Alegre, São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Viamão, Dois irmãos, Eldorado do sul, Glorinha, Ivoti, Nova Hartz, Parobé, Portão, Triunfo, Charqueadas, Araricá, Nova Santa Rita, Montenegro, Taquara, São Jerônimo, Arroio dos ratos, Santo Antônio da Patrulha e Capela de Santana).

O sinal da TV digital chegará a capital no dia 5 de novembro pela canal da RBS, sendo este licenciado pela TV Globo na região.

TV Digital

Algumas fontes garantem que toda a infra-estrutura já esteja pronta para dar inicio as transmissões e alguns testes vem sendo realizados na última semana.

Até o final do mês de novembro, o sinal deverá começar também em Florianópolis/SC.

Infelizmente não há previsão de quanto tempo levará para que o sinal se estenda em todo o RS e SC, mas acreditamos que isso não levará muito tempo.

Se tudo der certo, os três estados da região Sul do Brasil estarão com o sinal da TV Digital até o começo de dezembro.

A TV Digital estreou no Brasil no dia 02/12/07 na região metropolitana de São Paulo.

 

O que é TV Digital?

A Televisão digital, ou TV digital, usa um modo de modulação e compressão digital para enviar vídeo, áudio e sinais de dados aos aparelhos compatíveis com a tecnologia, proporcionando assim transmissão e recepção de maior quantidade de conteúdo por uma mesma freqüência (canal) podendo atingir o alvo de muito alta qualidade na imagem (alta definição).

Os padrões em operação comercial são capazes de transportar até 19 Mbps. Em termos práticos, isto é o equivalente a um programa em alta definição, que ocupa 15 Mbps, ou quatro programas em definição padrão, que consomem em média 4 Mbps cada.

História da TV Digital

A história da televisão digital inicia-se nos anos 1970, quando a direção da rede pública de TV do Japão Nippon Hoso Kyokai (NHK) juntamente com um consórcio de 100 estações comerciais, dão carta branca aos cientistas do NHK Science & Technical Research Laboratories para desenvolver uma TV de alta definição (que seria chamada de HDTV).

Qualidade da imagem e som

  • Resolução de imagem - Os primeiros aparelhos receptores de TV tinham apenas 30 linhas de vídeo. Ao longo das décadas de 1930 e 1940, os novos aparelhos já apresentavam 240 linhas de vídeo. Atualmente, um monitor analógico de boa qualidade apresenta entre 480 e 525 linhas. Na televisão digital de alta definição, chega-se a 1080 linhas com o padrão HDTV.
  • Novo formato da imagem - A tela dos monitores digitais passará do formato 4:3, típico da TV analógica, para o formato 16:9, mais próximo do formato panorâmico.
  • Qualidade do som - A televisão iniciou com som mono (um canal de áudio), evoluiu para o estéreo (dois canais, esquerdo e direito). Com a TV digital, passará para seis canais (padrão utilizado por sofisticados equipamentos de som e home theaters).
  • Sintonia do Sinal sem fantasmas - A TV digital possibilitará a sintonia do sinal sem a presença de fantasmas e com qualidade de áudio e vídeo ausentes de ruídos e interferências.

Interatividade

  • Interatividade Local - O conteúdo é transmitido unilateralmente para o receptor, de uma só vez. A partir daí, o usuário pode interagir livremente com os dados que ficam armazenados no seu receptor. Um novo fluxo de dados ocorre apenas quando é solicitada uma atualização ou uma nova área do serviço é acessada.
  • Interatividade com Canal de Retorno Não-Dedicado - A interatividade é estabelecida a partir da troca de informações por uma rede à parte do sistema de televisão, como uma linha telefônica. O recebimento das informações ocorre via ar, mas o retorno à central de transmissão se dá pelo telefone.
  • Interatividade com Canal de Retorno Dedicado - Com a expansão das redes de banda larga, pode ser desenvolvido um meio específico para operar como canal de retorno. Para isso, o usuário da TV digital necessitaria não apenas de antenas receptoras, mas também de antenas transmissoras, e o sistema, a capacidade de transportar os sinais até a central de transmissão.

Acessibilidade

  • Facilidades para Gravação de Programas - A introdução de sinais codificados de início e fim de programas facilitará o acionamento automático de videocassetes ou gravadores digitais dos usuários.
  • Gravadores Digitais Incluídos nos Receptores ou Conversores - Alguns modelos de aparelhos receptores ou mesmo os conversores poderão incorporar gravadores digitais de alto desempenho (semelhantes aos discos rígidos utilizados nos computadores) que poderão armazenar muitas horas de gravação e permitir que o usuário escolha a hora de assistir o programa que desejar.
  • Múltiplas Emissões de Programas - A transmissão de um mesmo programa em horários descontínuos (um filme, por exemplo, iniciando de 15 em 15 minutos) em diversos canais permitirá que o usuário tenha diversas oportunidades para assistir ao programa desejado a um horário escolhido. Exemplo: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c8/Example.ogg
  • Otimização da Cobertura - A tecnologia digital possibilita flexibilidade para ajustar os parâmetros de transmissão de acordo com as características geográficas locais. Em áreas acidentadas ou com muitos obstáculos (grandes cidades com muitos edifícios, por exemplo) pode ser utilizado o recurso da transmissão hierárquica. Com este recurso, um programa pode ser transmitido (com sinal menos robusto) de modo a ser recebido em locais mais favoráveis, através de antenas externas, por exemplo, enquanto outro programa ou o mesmo programa do mesmo canal é transmitido (com sinal mais robusto) com uma menor resolução de imagem para recepção em todos os pontos da área de prestação do serviço. Isto permite que terminais portáteis ou móveis (instalados em veículos) possam receber sem problemas as transmissões.

TV Digital de graça no Brasil

Antena TV Digital

Com uma antena parabólica e um receptor de satélite que receba sinal digital em banda C e apontando a antena para o satélite Brasilsat B3 os canais disponíveis são: Rede TV!, Rede Super, TV Gazeta, SBT, BAND, PlayTV, MixTV, TV Cultura, TV Mundial, CineBrasil, SescTV, TV educativa, TV Sul Bahia, TVMIX Limeira, Record, Rede Familia, CNT, Shop Tour, TV Ra-Tim-Bum entre outros canais. A qualidade da imagem é digital (igual da TV a cabo), porem algumas emissoras ( Record, Band e Rede TV ) já exibem alguns programas em HD ( alta definição ).

Meios de transmissão

Assim como a televisão analógica convencional, o sinal digital viaja por diferentes meios - que deverão continuar coexistindo após a adoção do padrão digital.

  • Terrestre - Transmitido por ondas de radiofreqüência, os sinais digitais são transmitidos no ar e necessitam de antenas e receptores apropriados para a sua recepção. Este é provavelmente o meio mais aguardado da televisão digital já que seu custo econômico é o mais baixo, não há necessidade de pagar assinaturas bastando às grandes emissoras de televisão no país e suas retransmissoras efetuarem as devidas adaptações, exigindo também da parte dos consumidores, a aquisição de novos receptores. No Brasil, algumas companhias de televisão por assinatura já transmitem a sua programação usando um sistema semelhante denominado MMDS.
  • Satélite - Já em uso no Brasil desde 1996 através das TVs por assinatura de banda Ku (SKY, Tecsat e DirecTV) este sistema permite a captação do sinal digital pelos utilizadores residentes em regiões remotas. Desde 1997 existe um satélite público da Embratel transmitindo sinais digitais a antenas parabólicas específicas, denominado de banda C digital sem custos financeiros para a recepção. Atualmente, existem vários satélites com transmissões digitais abertas, chamados de sistemas Free to air (FTA), em formato DVB encontradas em satélites como a série BrasilSat (PAS B1, PAS B2, PAS B3 e PAS B4), Nahuel, Amazonas, Hispasat, entre outros, com programação variada, desde canais abertos (Rede Minas, TV Record, RedeTV!), emissoras regionais, rádios e canais estrangeiros.
  • Cabo - Utiliza redes de cabo convencionais CATV para transmitir os sinais digitais que chegam à casa do assinante via operadoras de televisão por assinatura. Implantado em 2004 em grandes cidades brasileiras como São Paulo e Rio de Janeiro este meio de transmissão para televisão digital é atualmente o mais difundido em todo o mundo. Normalmente as operadoras de televisão a cabo recebem quase todos os canais através de satélite. Após a recepção, filtragem e amplificação poderão existir dois processos para a transmissão no cabo, sendo um deles a codificação analógica dos canais (canais premium, pay-per-view, conteúdo explícito para adultos, etc) criando-se um empacotamento, modulação e depois a transmissão no cabo. Alguns canais, dependendo do interesse da operadora podem ser transmitidos diretamente no cabo sem a codificação analógica, como é o caso da recepção dos canais locais da cidade em que a operadora de TV a cabo se situa, os chamados canais Off Air, porém passam pelo processo de recepção, filtragem amplificação, modulação e transmissão.

Em resumo, para os canais recebidos via satélite, eles são convertidos de sinais digitais (DVB-S), para sinais analógicos e depois transmitidos no cabo.

Tipos de televisores

  • Televisor Analógico - Possui um sintonizador interno que permite receber as transmissões analógicas, mas não recebe transmissões digitais, necessitando, para isso, de um conversor digital (Set-Top-Box).
  • Televisor Digital - Possui um sintonizador interno que permite receber as transmissões digitais sem necessidade de um conversor digital. Também pode receber transmissões analógicas.
  • Televisor HD Ready - Possui sintonizador analógico, mas é capaz de reproduzir imagens com definição de 720 ou 1080 linhas horizontais. Com um conversor digital ISDB-Tb, poderá exibir imagens de alta definição transmitidas pelas emissoras de TV Digital no Brasil.
  • Televisor HDTV - (High Definition TV ou TV de alta definição) Capaz de reproduzir imagens com definição de 720 ou 1080 linhas horizontais. Os modelos cuja definição nativa é de 1080 linhas, se possuírem a função progressive scan, podendo exibir imagens com 1080 linhas de definição horizontal progressiva (1080p), são conhecidos como Full HD. Quando utilizados em fontes de sinal 1080i (ex: transmissões em HD) ou 1080p (ex: DVD de alta definição, HD-DVD ou Blue-Ray Disc), podem exibir a melhor definição disponível em alta definição.
  • Televisor ISDB-Tb Integrado - (conversor digital integrado) Independente de sua tecnologia (CRT, Plasma, LCD ou Projeção), é aquele que possui o conversor digital integrado. Isso significa que pode receber sinais de TV Digital no padrão ISDB-Tb (padrão de TV Digital adotado no Brasil), diretamente da antena, sem necessidade de outro equipamento para converter o sinal (conversor).
  • Televisor SDTV - (Standard Definition TV) Possui definição nativa de 480 linhas horizontais. A maior parte dos televisores presentes no mercado pode reproduzir sinais com 480 linhas entrelaçadas (480i). Com a transmissão digital, a qualidade de imagem destes televisores será a mesma que eles apresentam quando conectados a um DVD. O conceito SDTV tem relação com a qualidade de imagem e não com o fato do produto ser digital ou analógico. Um produto SDTV pode ter um sintonizador digital.
  • Transmissão terrestre - Através de ondas de radiofreqüência, os sinais analógicos ou digitais são transmitidos pelo ar a partir das antenas terrestres (diferentemente dos satélites, que ficam no espaço) e necessitam de antenas e receptores apropriados para a sua recepção.
  • TV a cabo - Sistema que distribui conteúdo audiovisual via cabos. É transmitido por uma operadora, que recebe este conteúdo, nacional ou internacional, e o distribui às casas que pagam mensalmente pelo serviço. Normalmente tem um número significativo de canais disponibilizados.
  • TV aberta - Sistema que emite livremente conteúdo audiovisual, sem encargos e taxas para o telespectador. Para ter acesso a este conteúdo, basta que a TV esteja conectada à rede elétrica (tomada, gerador ou bateria) e situada dentro da área de cobertura de alguma emissora aberta.
  • TV analógica – Transmissão (sinal aberto) - É o sinal de TV terrestre transmitido de forma analógica. É comum ocorrer perda de qualidade no processo de transmissão / recepção, ocasionando ruídos e interferências na imagem recebida.
  • TV de projeção - Funciona como um projetor, porém, a imagem é gerada invertida e projetada na parte de trás da tela do televisor. Assim, vemos a imagem não mais invertida do outro lado. Nos projetores, uma luz muito forte passa por espelhos que a filtram em três cores. Estas se unem e são projetadas para formar a imagem.
  • TV de tubo - (CRT) CRT é um acrônimo para a expressão inglesa cathode ray tube, que em português significa “tubo de raios catódicos”. Também conhecidos como Cinescópio. Dentro de sua TV existe um tudo onde encontramos duas placas: uma positiva e outra negativa. Quando a tensão entre as placas é muito alta, gera elétrons, e quando esses atingem a placa positiva, a diferença de energia gera um feixe de luz que atravessa o tubo e para na parte de trás do vidro da televisão, formando a imagem.
  • TV ISDB-Tb Digital – Transmissão (sinal aberto) - Sinal de TV terrestre transmitido de forma digital. O grande benefício deste sistema é que não há perda de qualidade no processo de transmissão. Imagem e áudio permanecem 100% com a qualidade do sinal original, eliminando ruídos e interferências características do sistema analógico.
  • TV LCD - Um feixe de luz passa por pequenas células que contêm cristal líquido (daí o nome Liquid Crystal Display) controlado por uma corrente elétrica. Assim são geradas as três cores básicas para a formação de imagens: vermelho, verde e azul.
  • TV Móvel - É a possibilidade de captar os sinais de TV em dispositivos em movimento: ônibus, trens, metrô, carros, barcos, etc.
  • TV Plasma - No painel de plasma, encontramos pequeninas células que contêm uma mistura de gases. Quando uma corrente elétrica passa por essas células, excita os gases que passam para o estado plasma, gerando luz.
  • TV Portátil - É a recepção em equipamentos portáteis, que podem ou não estar em movimento. Exemplo: televisores e computadores de mão equipados com receptor de TV ou telefones celulares equipados com chip receptor, nos quais o espectador pode assistir à programação deslocando-se ou não.
  • TV Via Satélite - Com o avanço da tecnologia foi possível receber o sinal diretamente via satélite nos domicílios. Um satélite recebe a transmissão de outros satélites ou de uma central terrestre, e retransmite para as casas que possuem uma antena específica apontada para ele. É um serviço pago.

Tecnologia no Brasil

O Brasil foi o único país emergente onde emissoras e indústrias de equipamentos financiaram parte dos testes de laboratório e de campo para comparar a eficiência técnica dos três padrões tecnológicos existentes em relação à transmissão e recepção dos sinais. Devemos dar destaque a Universidade Presbiteriana Mackenzie, juntamente com equipamentos da NEC, que realizaram diversos testes em laboratório e em campo, para a escolha do padrão de TV digital japonês. E a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP) que em seu laboratório de Sistemas Integrados, chegou a criar um padrão totalmente brasileiro de transmissão. A TV Digital no Brasil chegou as 20:48 do dia 2 de dezembro de 2007, com pronunciamento do Presidente da Republica. Inicialmente na Grande São Paulo, pelo padrão japonês com algumas adaptações. No dia 20 de Abril o sinal de Alta Definição foi liberado pela Rede Globo apenas na região metropolitana do Grande Rio.

Glossário da TV Digital

API

Sigla de Application Programming Interface, é a interface entre o sistema operacional da URD e as aplicações criadas para o usuário, como por exemplo jogos, comércio eletrônico, guia de programação, etc...

Application Programming Interface

Ver API

Bit

Abreviação de dígito binário, unidade de quantidade de informação. In: PARETO NETO, João Victório. Dicionário de Telecomunicações. Rio de Janeiro, Editora Rio – Biblioteca Telebrasil, 1991. p.54

CableLabs

É o órgão técnico da associação dos operadores de TV a cabo dos Estados Unidos

CAS

Sigla de Conditional Acess System (Sistema de Acesso Condicional)

Coded Orthogonal Frequency Division Multiplexing

Ver COFDM

COFDM

Sigla de Coded Orthogonal Frequency Division Multiplexing, método de modulação das plaraformas tecnológicas DVB (européia) e ISDB (japonesa) de televisão digital

Conditional Acess System

Ver CAS

DAVIC

Sigla de Digital Audio Video Council - consórcio que congrega mais de 300 membros no mundo entre fabricantes de computadores, televisão interativa, software, redes e protocolos"

Digital Audio Video Council

Ver DAVIC

Digital Television Industrial Alliance

Ver DTVIA

DTVIA

Sigla de Digital Television Industrial Alliance

Hipermídia

Refere-se à possibilidade técnica de navegação pelas informações, ou seja, de obtenção de informações adicionais através de interações com um programa (de computador) que reage de acordo com os comandos recebidos. A hipermídia, recurso comum em microcomputadores e "ausente na televisão analógica (...) é baseada em uma interface (imagem) composta de objetos clicáveis, ou seja, objetos que podem ser de alguma forma selecionados e 'clicados'.

Ao serem clicados, esses objetos ativam comandos que podem ser, por exemplo, 'exibir mais informações sobre um detalhe da imagem' ou 'substituir a imagem atual pela de outro programa'. Uma imagem de televisão contendo objetos clicáveis forma então uma interface hipermídia, possibilitando ao usuário selecionar objetos e, a partir dessa seleção, obter informações adicionais relacionadas ao programa em curso, mudar para outros programas, efetuar compras eletrônicas, divertir-se com jogos eletrônicos, etc.

Os recursos necessários para um telespectador usufruir da hipermídia localizam-se" no módulo de recepção e decodificação dos sinais, nos aparelhos receptores. Este pode ser interno ao aparelho ou externo, através de um conversor (set-top box) semelhantes aos utilizados atualmente pelos assinantes de TV a cabo, DTH e MMDS. "Desta forma, mesmo os usuários que utilizem-se de um televisor analógico", com um conversor conectado, poderão usufruir dos "recursos hipermídia dos novos programas de televisão" e de outros serviços de informações que serão oferecidos.

International Organization for Standardization

Ver ISO

ISO

Sigla de International Organization for Standardization

LDTV

Sigla de Low Definition Television, televisão com resolução de baixa definição, com 240 linhas e 320 pixels por linha, utilizando o formato de tela 4:3.

Mbits/s

Abreviação de megabits por segundo

MHEG

Sigla de Multimedia and Hypermedia Expert Group, um grupo técnico formado pela ISO para "estabelecer um padrão para a troca, a apresentação e o armazenamento de dados e aplicações para prover serviços interativos. Este padrão é o ISO/IEC 13522, conhecido por padrão MHEG, que especifica a representação codificada de objetos de informação multimidia/hipermidia, chamados de objetos MHEG, para a troca através de qualquer meio, o que inclui redes locais, redes de telecomunicações de longa distância, redes de difusão, meios de armazenamento, etc." .

Multicrypt

Sistema de Acesso Condicional totalmente aberto.

Multimedia and Hypermedia Expert Group

Ver MHEG

Multimídia

É a apresentação de informações utilizando-se das diversas formas possíveis de comunicação: sons, imagens, textos e sensação tátil. A televisão analógica disponibiliza as duas primeiras e, de uma forma limitada, a terceira.

A televisão digital, por possuir uma melhor resolução (...), possibilita uma utilização mais intensiva de textos com letras menores e gráficos com detalhes finos. E o áudio com freqüências hiper-baixas reproduz, em certa medida, as vibrações que são percebidas mais pelo tato que pelo ouvido". A completa fruição dos recursos multimídia dependerá "das características do aparelho receptor do usuário".

PCMCIA

Sigla de Personal Computer Memory Card International Association, a associação internacional que criou um padrão para a conexão de periféricos a computadores portáteis. O conhecido PCMCIA card, cartão PCMCIA, é um módulo do tamanho de um cartão de crédito com espessuras de 3.3 mm, 5.0 mm e 10.5 mm para os Tipos I, II e III respectivamente".

Personal Computer Memory Card International Association

Ver PCMCIA

Simulcast

Transmissão simultânea de uma mesma programação em um canal digital e um canal analógico, utilizado no período de transição da tecnologia analógica para a digital.

Simulcrypt

Sistema de Acesso Condicional aberto sob controle

Sistema de Acesso Condicional

Ver CAS

UHF

Sigla de Ultrahigh Frequency (freqüência ultra-alta), de 470 MHz a 890 MHz, correspondente aos canais de televisão de 14 a 83

Ultrahigh Frequency

Ver UHF

Unidade Receptora-Decodificadora

Ver URD

URD

Sigla de Unidade Receptora-Decodificadora

Very High Frequency

Ver VHF

VHF

Sigla de Very High Frequency (freqüência muito alta), de 54 MHz a 216 MHz, correspondente aos canais de televisão de 2 a 13.

Fonte: IDG Now! e Wikipedia